Conversa de Botequim

Uma visão desfocada da realidade do mundo

Archive for the ‘Literatura’ Category

Vampiros

Posted by José Eduardo Coutelle em 14 julho, 2009

Para acabar com essa mania de vampirinhos românticos que só chupam sangue de rato, ficam fazendo juras de amor e andam em carros conversíveis, vou mostrar um relato extraído de uma nota explicativa de rodapé do livro Romance de uma Rainha, de Rochester. Leia a descrição à seguir:

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Kirilov e o Suicídio

Posted by José Eduardo Coutelle em 9 julho, 2009

Acho interessantíssima essa passagem do livro Demônios, de Dostoievski. Usei parte dela para redigir a minha reportagem sobre o suicídio que foi veiculado na revista Primeira Impressão do semestre passado. Eis o trecho:

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Indecisão

Posted by José Eduardo Coutelle em 4 dezembro, 2007

Sou um cara extremamente indeciso. É comum eu ir nas vídeolocadoras e ficar horas lá dentro. Olho todos os DVDs, e acabo saindo sem nenhum. Isso tudo por indecisão. Sempre tive essa qualidade, que para mim é mais um defeito. O problema é que minha indecisão se dá com tudo daquilo que eu não domino ou desconheço.

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Bancos da Av. Mauá

Posted by José Eduardo Coutelle em 3 dezembro, 2007

Tenho de escrever uma crônica. Mas também tenho de ir à biblioteca e ir ao banheiro. O professor mal acabou da passar os princípios básicos desse novo estilo de escrita e já exige um primeiro trabalho autoral. Sem pensar mais, pego meus dois livros a serem devolvidos e me desloco em direção à biblioteca. Saio correndo. Não olho para ninguém para não ter de cumprimentar. Meu tempo é curto. Tento pensar em algo legal para escrever, mas nada me vem à cabeça.

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As irmãs Unemot(ion)

Posted by José Eduardo Coutelle em 3 dezembro, 2007

Tenho pena de um amigo meu. O cara é gente finíssima. Possui um ótimo coração. Bom demais para complementar. Contudo a sua principal virtude é ao mesmo tempo sua maior fraqueza: ele é do tipo sentimental. Se envolve muito fácil com as mulheres. Sem perceber ele só consegue pensar nelas, fica apaixonado. Isso não seria um problema caso ele conhecesse pessoas de igual virtude. A verdade é que ele tem uma tara por mulheres fáceis, aquelas que não têm coração nem sentimento; que só querem um pouco de prazer e depois mais nada.

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Nicolai Stavroguine – o príncipe de Hamlet

Posted by José Eduardo Coutelle em 2 agosto, 2007

Uma das obras primas da literatura moderna russa criou o maior personagem de todos os tempos.

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